sábado, 8 de fevereiro de 2020

Último sábado em Londres

Oi! Como hoje vai ser meu último sábado escrevendo para o blog, acredito que o texto fique um pouco mais longo do que o normal. Hihihi!
O sábado já começou agitado, porque a Lorena (vulgo eu) esqueceu o telefone no assento do ônibus. Eu só percebi quando fui entrar no trem e fiquei desesperada demaaaaais! Mas conversei com a houseparent que estava com a gente no passeio, e ela logo me ajudou a recuperar meu pertence. Como Europa é Europa, falei com o motorista de outro ônibus que estava passando (porque eu sei que eles têm acesso a rádio), e ele contatou o motorista do ônibus em que eu estava, que disse que já havia recolhido meu telefone. Ufa!
Então, a programação continuou. Hoje era ir ao Observatório de Greenwich (para quem não sabe, Greenwich é o marco zero de longitude do planeta Terra). A gente pegou um trem e chegou perto da área que fica a London Eye, para pegar um “barco” (na verdade, era mais um flutuante que funcionava como táxi aquático). Kkkkkk.
Descendo do barco, a gente agora se encontrava em uma parte menos movimentada da cidade (apesar de todos os turistas que estavam lá), com rua ainda de bloquinhos e casas beeeem tradicionais, superamigável.
O observatório expõe toda a história da astrologia e do mapeamento das estrelas, até chegar ao calendário e medida de tempo, fuso horário e hemisférios conforme são hoje. Nele, há vários documentos, além de maquinaria original, desde muitos séculos atrás até os atuais. Saindo do museu, é claro que a gente foi ver a linha que divide o mundo em dois e fez inúmeras fotos. Hoje o Sol estava funcionando direito, então foi bem mais agradável passear (uma piada interna entre as intercambistas – aqui, em Londres, o Sol não funciona, pois está sempre nublado).
Este foi o dia de hoje. Esse passeio marcou o último sábado em Londres de maneira positiva, mesmo com o imprevisto relacionado a meu telefone. Foi incrível poder passar estas semanas aqui. Amei cada pedacinho da viagem, sejam as meninas que eu tive a oportunidade de conhecer e aprender a viver junto, sejam as pessoas incríveis de todo lugar do mundo que eu conheci aqui. Até comprei uma bandeira do Reino Unido para que elas assinassem; assim, quando eu voltar, posso ver a bandeira pendurada em minha parede…
Viver como uma boarder em uma escola internacional não é fácil, porque não é apenas o território que é completamente novo – as pessoas também são. Mas a experiência valeu muito a pena! Conheci lugares incríveis e pude ter a experiência de ser londrina por 40 dias, que pareceram uma semana, de tão rápido que passaram.
Sou muito grata, primeiramente, a toda a equipe Sagrado, que permitiu que isso acontecesse, e também a todos da Marymount, que acolheram a gente como iguais a todas as outras estudantes daqui, e isso melhorou a estadia em 200%.
Que vocês saibam que o que eu vivi aqui vai ficar guardado comigo para sempre, com certeza!
Muito obrigada!
Beijos de luz, Lorena.
 

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